Texto escrito para você, mulher. Que talvez não escute tudo isso com frequência. Essas coisas tão suas, esses detalhes tão seus. Você talvez se veja em cada linha, ou entrelinha. Roubei essas palavras da boca de quem deveria dizê-las para você.
Gosto do seu jeitinho de menina e de como em segundos tem a capacidade de me surpreender com teu jeito mulher. Você transita de um jeito que me deixa em transe.
Gosto de como nas entrelinhas me mostra os teus gostos, nas linhas, teus jeitos, nos gestos, seu gosto.
Gosto de como torce a boca. De como mexe o cabelo. De como sorri, de como ri. De como fica quando estou sério, de como me tira do sério.
Gosto até dessa saudade: que existe agora com você estando a um milhão de milhas de mim, e se mantém quando está a alguns metros. Porque saudade é o querer, perto!
Gosto de como faz com que eu me confunda com minhas próprias sensações. E de como as entende. Quase sempre melhor do que eu.
Gosto de quando me desarma, me deixa bobo feito menino.
Gosto desse sorriso no seu rosto (esse de agora! rs).
Gosto dessa garra, de tua marra, de como me agarra.
Gosto de como ilumina. De quando me mima.
Gosto de como me cuida.
De como me afeta.
Me intriga.
Me inquieta.
Esse texto foi para você. Sim, para você, que faz isso todo dia!
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