Algumas coisas são mesmos únicas, irrepetíveis...
Lembro que, após escrever um texto (aquele do siquilho: http://goo.gl/JrnZx9) fiquei com um bloqueio criativo. Passei muito tempo sem conseguir escrever nada. Pairava sobre mim a sensação de não conseguir fazer algo melhor, algo tão bom. Era o texto algo único para mim. Lembro que o escrevi muito rápido, bem na caixa de status do Facebook. Tudo fluiu muito fácil. Cinco minutos e estava pronto. Mas, depois dele, foi difícil escrever.
Lembro que, após escrever um texto (aquele do siquilho: http://goo.gl/JrnZx9) fiquei com um bloqueio criativo. Passei muito tempo sem conseguir escrever nada. Pairava sobre mim a sensação de não conseguir fazer algo melhor, algo tão bom. Era o texto algo único para mim. Lembro que o escrevi muito rápido, bem na caixa de status do Facebook. Tudo fluiu muito fácil. Cinco minutos e estava pronto. Mas, depois dele, foi difícil escrever.
É bem como aquele bloqueio pós-término: nos fechamos pro mundo! Não estamos dispostos a nada, a ninguém. Vivemos o nosso luto por termos sentido algo único, irrepetível. Não conseguimos sair dali e simplesmente ir. Qualquer movimentação é como um carro que interrompe, uma tosse no meio da palavra. Pensamos ser impossível viver novamente algo tão único, tão intenso, tão lindo.
Agora, pois, passada essa fase (de bloqueio criativo), lembro dele com um sorriso e olho para outros com outros sorrisos, sempre diferentes. Porque na verdade, escreverei e viverei coisas únicas, irrepetíveis, as quais são boas por assim serem.
Do mesmo jeito é com o pós-término. A gente deixa a vida levar. Ela, ao contrário de mim, não tem nenhum bloqueio criativo. É cada novidade, cada sorriso...
Agora, pois, passada essa fase (de bloqueio criativo), lembro dele com um sorriso e olho para outros com outros sorrisos, sempre diferentes. Porque na verdade, escreverei e viverei coisas únicas, irrepetíveis, as quais são boas por assim serem.
Do mesmo jeito é com o pós-término. A gente deixa a vida levar. Ela, ao contrário de mim, não tem nenhum bloqueio criativo. É cada novidade, cada sorriso...
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