Assisti um dia desses um filme incrível, estrelado por Will Smith. É o 'Collateral Beauty', ou 'Beleza Oculta', traduzido para o português.
O filme relata a história de Howard, um pai em depressão por ter perdido sua filha. Este, em meio a tanta dor e ódio, escreve cartas para as coisas as quais são questionadas naqueles momentos: a morte, o tempo e o amor.
Por uma jogada dos amigos, ele é respondido. Melhor dizendo: os amigos de Howard contratam 3 atores para interpretarem os destinatários das cartas para responderem-lhe. As respostas são incríveis.
Enquanto assistia o filme e sentia aquela cobiça artística, ou seja, o desejo de ter pensado algo daquele tipo antes, refletia sobre o que significaria a morte, o tempo e o amor.
Certamente essas são as coisas mais cruciais a se refletir em nossas vidas. E como tudo o que é crucial, é também ambivalente.
A morte, enquanto certeza, traz sofrimento. No entanto, não haveria significado para a vida sem ela, pois sempre haveria tempo.
E o tempo, por haver morte, é precioso, porque a própria morte ensina que ele é uma dádiva. Uma hora ele acaba, não podemos desperdiçá-lo.
E o amor? Ah, o amor conecta tudo, é a essência de tudo. É a estrada, é o chão para uma vida feliz.
Preferi não transformar em carta esse simples relato, pois não quero respostas. Tenho medo dos meus amigos e das eventuais pegadinhas que eles possam fazer comigo, em vingança.
Aprendi que essas coisas, independente de vontade e momento, acontecem, ou passam. Mas a tal da beleza oculta esteja em saber e definir o que elas nos tornam.
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